sábado, 7 de maio de 2011
Distante
Cansado
Eis ai o nome do meu condenado,
Que de joelhos podres
Despenca de cima do telhado.
O terço
Ainda segura
Não Larga
Acredita
Em Maria
Oh exuberante Avé.
Perdoai-me por esse meu lado errante.
Dai-me de sua agua Benta.
Estou com sede
Ti-Implorando
Minha Santa santisima Santa.
Por que a Minha Boca é grande de jacare seca
Venho a meses andando nas trilhas costantes.
Trilhando sobre os trilhos.
Ladrilhos.
Sou o Conceituado prisioneiro das cadeias montantes.
Estilo barbudo,
Pensante,
Se escondendo,
Na barba de um misterioso turbante.
Pois aqui deixo a mochila dos meus pesados pesares pesados
Minhas costas?
PORRA
Duenu
Mais agora mais calmo
Mais leve
Cantando:
Ai sou
Ai sou
O menino do pico distante
AQUELE SANTO QUE LAVAVA-SE DEBAIXO DOS GRANDES PES DAS CACHOEIRAS.
ME LEMBRA
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