Sou um robo, me sinto um robo pegando uma flor e tentando entender a sua beleza, com as mãos de um ogro tento ser educado para com uma petela, é isso, acho que estou me deformando, a minha alma vai então para o disforme, pro gelado! O meu rosto então derrete! ``Sinta, Sinta, Sinta e então reaja`` acordo assim de um sonho, robôs também sonham? Digo desses animais que não sentem absolutamte nada, aonde Voce ainda tem o privilegio de sentir quando repousa em seu ninho de sonhos senhor vampiro?
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Medindo a evolução do tempo tecnológico
Na verdade se trata de uma brincadeira, uma forma primeiramente de olhar o nosso cotidiano com os olhos do passado. Vamos lá, primeiramente estipular o século, vamos olhar com os olhos do século 16 olhando dentro do século 21!
A historia se trata de um jovem poeta do século 16 que acordo no ano 2000, como ele ira enchergar a nossa realidade? Talvez abusrda? Um ser humano arcaico acordando no meio da evolução, do futurismo, FUTURISMO, o ano 2000, que para nos não passa de simples cotidiano e para ele um grande abstarto funcional!
Bom agora que estabelecemos o objetivo do jogo, trata-se de você olhar o mundo com os olhos desse poeta do século 16, o que ele pensaria refrente a tudo isso! Acho eu que a única maneira então de se medir a evolução é usando esse sentimento do passado como régua de medição, não é simplesmente olhar o que se evolui mais sim sentir, e quando digo sentir é achar alem de tudo novas visões refrente ao acontecimento!
Seria mais ou menus igual há acordarmos no ano 3 mil!
Ou então o que seriam as motos, meu deus se não a marca da evolução, motos andando em ruas que parecem tapetes cinzas que ajudam a proporcionar a velocidade, motos que cortam os cruzamentos de cidades homericamente enormes, Os grandes prédios assustam o poetado século 16, grandes colônias perpendiculares que abrigam em seus casulos de apartamentos o homem futurista! Grandes casulos imperiais! Mais voltando a questão da moda quando os hormônios da adrenalina da descoberta já se acostumam com os novos ares poluídos, o poeta do século passado estranha nas roupas a mesclagem da cores, - Inaceitavel para a moda amarronzada da minha época!
Na verdade se trata de uma brincadeira, uma forma primeiramente de olhar o nosso cotidiano com os olhos do passado. Vamos lá, primeiramente estipular o século, vamos olhar com os olhos do século 16 olhando dentro do século 21!
A historia se trata de um jovem poeta do século 16 que acordo no ano 2000, como ele ira enchergar a nossa realidade? Talvez abusrda? Um ser humano arcaico acordando no meio da evolução, do futurismo, FUTURISMO, o ano 2000, que para nos não passa de simples cotidiano e para ele um grande abstarto funcional!
Bom agora que estabelecemos o objetivo do jogo, trata-se de você olhar o mundo com os olhos desse poeta do século 16, o que ele pensaria refrente a tudo isso! Acho eu que a única maneira então de se medir a evolução é usando esse sentimento do passado como régua de medição, não é simplesmente olhar o que se evolui mais sim sentir, e quando digo sentir é achar alem de tudo novas visões refrente ao acontecimento!
Seria mais ou menus igual há acordarmos no ano 3 mil!
Ou então o que seriam as motos, meu deus se não a marca da evolução, motos andando em ruas que parecem tapetes cinzas que ajudam a proporcionar a velocidade, motos que cortam os cruzamentos de cidades homericamente enormes, Os grandes prédios assustam o poetado século 16, grandes colônias perpendiculares que abrigam em seus casulos de apartamentos o homem futurista! Grandes casulos imperiais! Mais voltando a questão da moda quando os hormônios da adrenalina da descoberta já se acostumam com os novos ares poluídos, o poeta do século passado estranha nas roupas a mesclagem da cores, - Inaceitavel para a moda amarronzada da minha época!
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Hipocritas,o pai dos porcos, filho de Falsos, me venho consagrar com os seus dizeres, ditos sempre no silecio do tedio de algum bonito sonho, vem disfarçado de humilde velho cabrito que com as patas já tremendo diz que na verdade primeirament precisa sentar! Sente-se aqui , sente-se em mim, digo com toda a minha criança ingenuidade, por assim acreditar que seje so um mestre ou algum pastor disfarçado por bonita metafora, puro engano, o engano que pertece so para os adultos, envelheço entao os meus 20 anos quando descubro um ziper atras de sua cabeça, e pela sorte de ser vejo inves de umbigo um botao, desabotoua e uma pança de cerveja que comprimida despenca respirando aliviada,descubro que nao passa da blasfemia disfarçada de boa, o bem me vem pelo mal de saber que hipocritas anda regendo-me a minha colheita!
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